
Queremos nos posicionar frente à modernidade, com argumentos invertidos. Quando se trata das novas gerações e a singularidade do conjunto de seus hábitos, somos rápidos em retrucar que "a diferença não é tão grande assim". E retocamos nosso argumento com o que nós fazemos (como pais): temos blog, temos facebook, e até orkut (considerado como um ambiente juvenil) ...
Mas com o viés de fazermos a leitura do nosso ponto de vista, não percebemos que a perspectiva adequada é a da nova geração - e não a nossa.
Durmamos com um barulho desses portanto (a tradução segue):
Pai: "Oi querida, como foi a escola hoje?"
Filha: "Você pode ler tudo no meu blog, pai."
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